Salmo 39 - A Vaidade da Vida
Disse comigo mesmo: guardarei os meus caminhos, para não pecar com a língua; porei mordaça à minha boca, enquanto estiver na minha presença o ímpio.
Emudeci em silêncio, calei acerca do bem, e a minha dor se agravou.
Esbraseou-se-me no peito o coração; enquanto eu meditava, ateou-se o fogo; então, disse eu com a própria língua:
Dá-me a conhecer, SENHOR, o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade.
Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade.
Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará.
- Salmos 49:10
- Salmos 127:2
- Provérbios 13:22
- Provérbios 23:5
- Provérbios 27:24
- Eclesiastes 1:14
- Eclesiastes 2:8
- Eclesiastes 2:17
- Eclesiastes 4:7
- Eclesiastes 6:11
- Eclesiastes 12:8
- Eclesiastes 12:13
- Isaías 55:2
- Lucas 10:40
- Lucas 12:29
- Tiago 5:3
- 1 Pedro 1:24
- 1 Pedro 5:7
- Jó 27:16
- Eclesiastes 5:14
- Tiago 4:14
- Eclesiastes 2:26
- Lucas 12:20
- 1 Coríntios 7:31
E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança.
Livra-me de todas as minhas iniquidades; não me faças o opróbrio do insensato.
Emudeço, não abro os lábios porque tu fizeste isso.
Tira de sobre mim o teu flagelo; pelo golpe de tua mão, estou consumido.
Quando castigas o homem com repreensões, por causa da iniquidade, destróis nele, como traça, o que tem de precioso. Com efeito, todo homem é pura vaidade.
Ouve, SENHOR, a minha oração, escuta-me quando grito por socorro; não te emudeças à vista de minhas lágrimas, porque sou forasteiro à tua presença, peregrino como todos os meus pais o foram.
Desvia de mim o olhar, para que eu tome alento, antes que eu passe e deixe de existir.